Marie Jeanette Kelly.
A última da espécie que peguei. Todas tinham seus perfumes de quinta e seu batom borrado que dizia “Fuck me where you want to."
Até mesmo elas.
Ainda ouvia minha mãe dizer seu preço e bater-me quando dizia que contaria ao papai bêbado que igualmente nos espancava. Também me lembrava bem daquela que me fora roubada, e vendida como uma vagabunda antes de recusar de meu amor.
- How much? - Perguntei a Marie...Oh, pele macia, cabelos curtos e olhar suave. Doce Marie, olhos e nome iguais aos dela, iguais aos de minha Marie. Seria a única, e eu já sabia o que está me daria em recompensa.
Ela ainda sentia o efeito do último orgasmo, viva e muito bem amordaçada, quando coloquei a luva negra. Fechei o punho dedo a dedo e olhei-a friamente.
Seus punhos e tornozelos amarrados aos pés da cama deixavam-na vulnerável e aberta para mim. Sorri com escárnio e prazer antes de sacar a faca. Encostei o metal frio em seu ventre e fiz pressão ali. Seus olhos arregalados demonstraram medo, mas não gritou quando enfiei a arma mais adentro e comecei a cortar-lhe subindo, cortando a pele e a carne exatamente por sobre o esterno dela, abrindo seu corpo com precisão cirúrgica.
Ela então começou a produzir sons de dor que me faziam sentir vontade, sentir o gosto daquilo. Por melhor que aquilo fosse, passei a lâmina bem vagarosamente por sua jugular fazendo um pequeno corte que a mataria em muito breve.
Voltei a ocupar-me em abrir seu corpo, mas quando cheguei até o vinco de seus seios rosados ela já estava morta.
Com cuidado retirei todos seus órgãos embrulhando-os em pedaços de seu vestido a muito rasgado por mim.
Coloquei cada um deles em um ponto estratégico de seu quarto antes de cheira-la. Ainda tinha aquele odor de perfume vagabundo, prostituta barata. Quando sai levei o comigo apenas seu coração.
***
A polícia cada dia chegava antes na cena do que chamavam de crime. De onde ficava, sempre os via chegar e se surpreender com o ocorrido. É claro que muitos vândalos aproveitavam de minha ascensão e glória para cometerem seus crimes tão sem amor quanto os meus.
"Ah, e ainda há quem diga que isto não é amor!" Pensei pegando em seu coração em meu bolso. Amor por minha Marie e apenas a minha Marie que se fora, se fora ao ser vendida aquele homem por seus pais.
Caminhei calmamente pela noite até meu lar.
- Where were you?
- Nohere you had to know. -
- If you don´t tell me, I´ll call the police! Are you Jack the... - Aquela outra vagabunda intrometida há irmã, agora iria me dedurar para a polícia? Saquei a faca indo até ela que sacou um revólver.
- I´m sorry, baby, but all this time I support your other girls, but not beaches! - Um tiro, dois tiros...Quantos mais poderia ouvir antes de apagar?
***
03.02.2007
Viaduto Santa Efigênia. Seis amigos caminhando com o sol batendo em suas têmporas.
Todos amigos? Não, havia também um casal entre eles.
Mas o foco da atenção daquele homem não era o sol, o lugar ou qualquer outra pessoa em passos largos que cruzasse seu caminho com um pensamento agonizante sobre...São Paulo.
São Paulo. Não muito diferente de Whitechapel, alias, melhor que Whitechapel.
Embora as duas cidades possuíssem nomes santos, esta religiosidade só passava pelo nome, ou pelo culto aos bordéis, prostitutas e menininhas bem drogadas.
Talvez fosse meu destino mostrar a eles onde realmente viviam.
Sua roupinha bem comportada não escondia o olhar que tinha desde muito antes. Aquele olhar de que sabe o que quer e o que não quer, mas não faz distinção entre isto.
Conversava e ria passando por mim sem me notar, outro rosto apagado e difuso ante a multidão de rostos apagados e difusos da cidade.
Sorri com o canto dos lábios, o chapéu sombreava toda a superfície de meu rosto, as luvas em minhas mãos e o casaco até os pés, excêntrico, mas nada que eles notaram.
- Oh, doce Marie...– Sussurrei ao vento enquanto começava a andar no sentido ao qual ela viera.O sol se pôs cor de ouro aquela tarde. Ainda era uma menina, menina em forma de mulher, mas a infinidade de anos não me tornaram paciente, e sim um paciente da morte, carregador de destruição.Meu caso fora encerrado. Culparam ao príncipe, ao açougueiro, a todos que puderam, mas no fim, foi o barbeiro quem teve a honra em ser internado por mim. Que honra, Kosminski!Faltava pouco agora. Logo a festa mais sagrada para este povo aconteceria e teria minha deixa.
Seus sonhos. Podia estar em todos eles. Senti-los em minha veia como a droga que estes jovens consumiam. Abalavam minha mente e me davam maior sede. Abri meus olhos deixando ar passar por minha garganta. Olhar vidrado no pote mais próximo de minhas mãos. Abri-o novamente e retirei o coração de dentro. O odor não era mais o de uma dama sofrida, era cheiro de paz, da paz que lhe dera.
Apertei-o em minhas mãos e aproximei meu nariz nele sentindo o pulsar de seu coração a quilômetros de mim.
Olhar injetado, sorriso-demônio.
Passei a língua por meu lábio sucumbindo à tentação de me afastar.
Ainda era manhã, e o verbo ainda era amar.
Fui até onde ela estava. Podia vê-la da janela. Conversava, brigava, coisas normais, coisas enfurecedoras. Não era ela. Ela era mais.
Seu olhar cruzou o meu e por segundos me viu. Cílios grandes, olhos como os de outrora. Mas os outros estavam em meu bolso agora e eu os comeria quando tivesse aqueles, ainda vivos e refletindo uma alma atormentada pelo passado que não sabia. Mas tinha como saber, e não me referia a mim que não voltaria.
Ninguém me vira, louca.
Mas ela viu novamente e novamente tentou entender: “Quem, quem, quem?”.
Eu deturpava seus sonhos, a mesma faca que usara eu usaria nela. Não ódio, apenas amor. E ela sabia que não faria nada que ela quisesse, pois ela queria nada e eu queria tudo, e queria apenas ela.
Nas outras vezes a aterrorizara, tive de ir. Agora não conseguia mais deixar ou largar seu olhar desconfiado apreensivo. Resultado de muitos e muitos lugares, muitas e muitas mortes, mas nenhuma como a outra, apagada e destruída da mente por caridade daqueles que não puderam me destruir.
Já se passaram nove dias desde aquele viaduto. Mas ela não me vira acaricia-la durante o sono ou arranhar sua face e seu colo com prazer. Fora poupada do julgamento de um louco que a terá mais breve do que imagina encontrar.
A festa se aproximava. Carnaval, a época das grandes orgias, de sua última partida. Calei-me em cima da outra torre de onde podia vê-la sentada a cama, cabelos no rosto e olhar sério.
Sua magoa aparente era descrença e amargor.
Não movi um músculo até as luzes se apagarem e poder entrar. O vento batia em seu corpo que arrepiou de frio, olhos bem fechados, expressão séria e certeza de mau dia.
Ajoelhei-me ao lado da cama e fitei sua face inexpressiva, seu sonho barroco. Deslizei a costa de minha mão pela curvatura de seu corpo afastando o lençol que encobria minha visão.
O sangue corria em suas veias e fazia seu coração saltitar como a menina de chapéu vermelho que acabou comida pelo lobo mau.
Pousei meu indicador em seus lábios e arrastei-o vagarosamente até seus seios onde ele brincou* deslizando por suas voluptuosas curvas, mas passando dali e se arrastando até seu ventre. Olhei para seus olhos. Ela não acordaria.
Coloquei minhas duas mãos ali e desci-as fazendo com que passassem por suas coxas nuas e quentes.
Ela se moveu ficando no lugar ideal para mim. Seus lábios entreabriram0se sorvendo ar, mas logo voltaram a se fechar.
Coloquei dois de meus dedos por cima do pano úmido, enquanto a outra mão, acima, tocou sua maturidade-mulher e sentiu seu arrepio forte ao retirar a peça de roupa que a cobria.
Voltei meus olhos para ali onde novamente brinquei com os dedos antes de aproximar meus lábios que inicialmente tocaram, mas depois abriram espaço para minha língua que o rodeou antes de absorver e como uma criança faminta sorver.
O outro era massageado e seduzido por minha mão eloqüente, saudosa e antiga, que jamais havia sido esquecida.
Sua respiração quente tornou-se mais forte em minha nuca e larguei-os sorrindo.
Com os olhos postos nelas, desci meu rosto aproximando meus dentes do pano, mas não o rasguei.
Passei minha língua por sobre ele várias vezes, em um movimento vagaroso que a permitiu sentir, de fato, o que ocorria.
Passei um de meus dedos pelo elástico e brinquei de leve antes de...]- AHR! – Pus-me de pé, do outro lado da janela escondido da luz. Ouvi novamente o som proveniente de uma das cachorras que talvez tivesse me sentido por perto. Relanceei meu olhar para ela e aproximei-me, voltando suas peças de roupa, mas não o que lhe cobria.
- Oh, Marie... – Retirei a faca de um bolso e com olhar doentio, joguei em seu útero fazendo com se contorcesse dentro de seu corpo antes de sumir.
Cada minuto que passava, ficava mais e mais perto do momento de poder busca-la. Suas vibrações me pertenciam e suas agitações matutinas me custavam adormecer.
Sentia emoções fortes consideradas problemas, mas eram apenas emoções de quem não é daqui e nem deveria sujeitar-se ao espaço - tempo aqui- agora.
Sua mente captava sinais de algo, captava-me cada vez mais próximo, e assim estava quando quinta-feira finalmente chegou...
To be continued...
(Porque o brilho de certas estrelas jamais tem um fim...)
A última da espécie que peguei. Todas tinham seus perfumes de quinta e seu batom borrado que dizia “Fuck me where you want to."
Até mesmo elas.
Ainda ouvia minha mãe dizer seu preço e bater-me quando dizia que contaria ao papai bêbado que igualmente nos espancava. Também me lembrava bem daquela que me fora roubada, e vendida como uma vagabunda antes de recusar de meu amor.
- How much? - Perguntei a Marie...Oh, pele macia, cabelos curtos e olhar suave. Doce Marie, olhos e nome iguais aos dela, iguais aos de minha Marie. Seria a única, e eu já sabia o que está me daria em recompensa.
Ela ainda sentia o efeito do último orgasmo, viva e muito bem amordaçada, quando coloquei a luva negra. Fechei o punho dedo a dedo e olhei-a friamente.
Seus punhos e tornozelos amarrados aos pés da cama deixavam-na vulnerável e aberta para mim. Sorri com escárnio e prazer antes de sacar a faca. Encostei o metal frio em seu ventre e fiz pressão ali. Seus olhos arregalados demonstraram medo, mas não gritou quando enfiei a arma mais adentro e comecei a cortar-lhe subindo, cortando a pele e a carne exatamente por sobre o esterno dela, abrindo seu corpo com precisão cirúrgica.
Ela então começou a produzir sons de dor que me faziam sentir vontade, sentir o gosto daquilo. Por melhor que aquilo fosse, passei a lâmina bem vagarosamente por sua jugular fazendo um pequeno corte que a mataria em muito breve.
Voltei a ocupar-me em abrir seu corpo, mas quando cheguei até o vinco de seus seios rosados ela já estava morta.
Com cuidado retirei todos seus órgãos embrulhando-os em pedaços de seu vestido a muito rasgado por mim.
Coloquei cada um deles em um ponto estratégico de seu quarto antes de cheira-la. Ainda tinha aquele odor de perfume vagabundo, prostituta barata. Quando sai levei o comigo apenas seu coração.
***
A polícia cada dia chegava antes na cena do que chamavam de crime. De onde ficava, sempre os via chegar e se surpreender com o ocorrido. É claro que muitos vândalos aproveitavam de minha ascensão e glória para cometerem seus crimes tão sem amor quanto os meus.
"Ah, e ainda há quem diga que isto não é amor!" Pensei pegando em seu coração em meu bolso. Amor por minha Marie e apenas a minha Marie que se fora, se fora ao ser vendida aquele homem por seus pais.
Caminhei calmamente pela noite até meu lar.
- Where were you?
- Nohere you had to know. -
- If you don´t tell me, I´ll call the police! Are you Jack the... - Aquela outra vagabunda intrometida há irmã, agora iria me dedurar para a polícia? Saquei a faca indo até ela que sacou um revólver.
- I´m sorry, baby, but all this time I support your other girls, but not beaches! - Um tiro, dois tiros...Quantos mais poderia ouvir antes de apagar?
***
03.02.2007
Viaduto Santa Efigênia. Seis amigos caminhando com o sol batendo em suas têmporas.
Todos amigos? Não, havia também um casal entre eles.
Mas o foco da atenção daquele homem não era o sol, o lugar ou qualquer outra pessoa em passos largos que cruzasse seu caminho com um pensamento agonizante sobre...São Paulo.
São Paulo. Não muito diferente de Whitechapel, alias, melhor que Whitechapel.
Embora as duas cidades possuíssem nomes santos, esta religiosidade só passava pelo nome, ou pelo culto aos bordéis, prostitutas e menininhas bem drogadas.
Talvez fosse meu destino mostrar a eles onde realmente viviam.
Sua roupinha bem comportada não escondia o olhar que tinha desde muito antes. Aquele olhar de que sabe o que quer e o que não quer, mas não faz distinção entre isto.
Conversava e ria passando por mim sem me notar, outro rosto apagado e difuso ante a multidão de rostos apagados e difusos da cidade.
Sorri com o canto dos lábios, o chapéu sombreava toda a superfície de meu rosto, as luvas em minhas mãos e o casaco até os pés, excêntrico, mas nada que eles notaram.
- Oh, doce Marie...– Sussurrei ao vento enquanto começava a andar no sentido ao qual ela viera.O sol se pôs cor de ouro aquela tarde. Ainda era uma menina, menina em forma de mulher, mas a infinidade de anos não me tornaram paciente, e sim um paciente da morte, carregador de destruição.Meu caso fora encerrado. Culparam ao príncipe, ao açougueiro, a todos que puderam, mas no fim, foi o barbeiro quem teve a honra em ser internado por mim. Que honra, Kosminski!Faltava pouco agora. Logo a festa mais sagrada para este povo aconteceria e teria minha deixa.
Seus sonhos. Podia estar em todos eles. Senti-los em minha veia como a droga que estes jovens consumiam. Abalavam minha mente e me davam maior sede. Abri meus olhos deixando ar passar por minha garganta. Olhar vidrado no pote mais próximo de minhas mãos. Abri-o novamente e retirei o coração de dentro. O odor não era mais o de uma dama sofrida, era cheiro de paz, da paz que lhe dera.
Apertei-o em minhas mãos e aproximei meu nariz nele sentindo o pulsar de seu coração a quilômetros de mim.
Olhar injetado, sorriso-demônio.
Passei a língua por meu lábio sucumbindo à tentação de me afastar.
Ainda era manhã, e o verbo ainda era amar.
Fui até onde ela estava. Podia vê-la da janela. Conversava, brigava, coisas normais, coisas enfurecedoras. Não era ela. Ela era mais.
Seu olhar cruzou o meu e por segundos me viu. Cílios grandes, olhos como os de outrora. Mas os outros estavam em meu bolso agora e eu os comeria quando tivesse aqueles, ainda vivos e refletindo uma alma atormentada pelo passado que não sabia. Mas tinha como saber, e não me referia a mim que não voltaria.
Ninguém me vira, louca.
Mas ela viu novamente e novamente tentou entender: “Quem, quem, quem?”.
Eu deturpava seus sonhos, a mesma faca que usara eu usaria nela. Não ódio, apenas amor. E ela sabia que não faria nada que ela quisesse, pois ela queria nada e eu queria tudo, e queria apenas ela.
Nas outras vezes a aterrorizara, tive de ir. Agora não conseguia mais deixar ou largar seu olhar desconfiado apreensivo. Resultado de muitos e muitos lugares, muitas e muitas mortes, mas nenhuma como a outra, apagada e destruída da mente por caridade daqueles que não puderam me destruir.
Já se passaram nove dias desde aquele viaduto. Mas ela não me vira acaricia-la durante o sono ou arranhar sua face e seu colo com prazer. Fora poupada do julgamento de um louco que a terá mais breve do que imagina encontrar.
A festa se aproximava. Carnaval, a época das grandes orgias, de sua última partida. Calei-me em cima da outra torre de onde podia vê-la sentada a cama, cabelos no rosto e olhar sério.
Sua magoa aparente era descrença e amargor.
Não movi um músculo até as luzes se apagarem e poder entrar. O vento batia em seu corpo que arrepiou de frio, olhos bem fechados, expressão séria e certeza de mau dia.
Ajoelhei-me ao lado da cama e fitei sua face inexpressiva, seu sonho barroco. Deslizei a costa de minha mão pela curvatura de seu corpo afastando o lençol que encobria minha visão.
O sangue corria em suas veias e fazia seu coração saltitar como a menina de chapéu vermelho que acabou comida pelo lobo mau.
Pousei meu indicador em seus lábios e arrastei-o vagarosamente até seus seios onde ele brincou* deslizando por suas voluptuosas curvas, mas passando dali e se arrastando até seu ventre. Olhei para seus olhos. Ela não acordaria.
Coloquei minhas duas mãos ali e desci-as fazendo com que passassem por suas coxas nuas e quentes.
Ela se moveu ficando no lugar ideal para mim. Seus lábios entreabriram0se sorvendo ar, mas logo voltaram a se fechar.
Coloquei dois de meus dedos por cima do pano úmido, enquanto a outra mão, acima, tocou sua maturidade-mulher e sentiu seu arrepio forte ao retirar a peça de roupa que a cobria.
Voltei meus olhos para ali onde novamente brinquei com os dedos antes de aproximar meus lábios que inicialmente tocaram, mas depois abriram espaço para minha língua que o rodeou antes de absorver e como uma criança faminta sorver.
O outro era massageado e seduzido por minha mão eloqüente, saudosa e antiga, que jamais havia sido esquecida.
Sua respiração quente tornou-se mais forte em minha nuca e larguei-os sorrindo.
Com os olhos postos nelas, desci meu rosto aproximando meus dentes do pano, mas não o rasguei.
Passei minha língua por sobre ele várias vezes, em um movimento vagaroso que a permitiu sentir, de fato, o que ocorria.
Passei um de meus dedos pelo elástico e brinquei de leve antes de...]- AHR! – Pus-me de pé, do outro lado da janela escondido da luz. Ouvi novamente o som proveniente de uma das cachorras que talvez tivesse me sentido por perto. Relanceei meu olhar para ela e aproximei-me, voltando suas peças de roupa, mas não o que lhe cobria.
- Oh, Marie... – Retirei a faca de um bolso e com olhar doentio, joguei em seu útero fazendo com se contorcesse dentro de seu corpo antes de sumir.
Cada minuto que passava, ficava mais e mais perto do momento de poder busca-la. Suas vibrações me pertenciam e suas agitações matutinas me custavam adormecer.
Sentia emoções fortes consideradas problemas, mas eram apenas emoções de quem não é daqui e nem deveria sujeitar-se ao espaço - tempo aqui- agora.
Sua mente captava sinais de algo, captava-me cada vez mais próximo, e assim estava quando quinta-feira finalmente chegou...
To be continued...
(Porque o brilho de certas estrelas jamais tem um fim...)
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